Heterocromia ocular

A heterocromia ocular é uma anomalia na qual o indivíduo manifesta duas cores diferentes nos olhos, podem ser na mesma íris ou em olhos diferentes. Existem três tipos da anomalia: a completa, onde cada olho é de uma cor. A setorial, quando há duas cores diferentes na mesma íris, sendo que uma predomina e a central, quando dois ou mais círculos de cores distintas encontram-se na mesma íris.

O evento é na maioria das vezes genético, mas pode ser causado pela síndrome de Waasdenburg. A doença é mais comuns em animais, especialmente cães e gatos. Nos humanos é mais rara, afetando somente 6 em cada 1.000 pessoas.

A condição é efeito de falta ou excesso de melanina. Não existe nenhum tratamento para essa anomalia, mas se causar incômodo, lentes de contatos podem ser usadas para equiparar as duas cores.

Teste para estrabismo

O estrabismo, popularmente conhecido como vesgueira, é quando um dos olhos está fixado no objeto em questão e o outro parece olhar em outro sentido.

Existem vários tipos de estrabismo, os mais comuns são: estrabismo convergente, que é quando um dos olhos é desviado para fora. O divergente se dá quando um deles está desviado para dentro. Outra forma comum é a hipertropia, que é quando um dos olhos está desviado para cima. A forma mais rara da doença é ciclotropia, no qual um dos olhos ou até mesmo os dois estão voltados horário ou anti-horário. Muitas vezes essa forma mais rara vem acompanhada de um movimento inconstante chamado de nistagmo .

O estrabismo pode surgir pela falta do uso de óculos em certo momento. Doenças que afetam nossos sistema nervoso como meningite, síndrome de Down e paralisia cerebral também pode desencadear o estrabismo. Além disso, a característica pode ser adquirida de forma congênita ou genética.  

Para detectar o estrabismo corretamente, é preciso ser feito um teste que consiste em direcionar um foco de luz nos dois olhos abertos para verificar se ele reflete no centro de cada olhos. Se essa centralização não advir, mostra que os olhos não estão alinhados corretamente, podendo estar presente um caso de estrabismo.

O tratamento para correção do desvio consiste no uso de óculos, a intervenção cirúrgica só deve ser abordada no caso de esgotamento dos meios menos agressivos. Para um diagnóstico preciso, consulte periodicamente um oftalmologista.

CORREÇÃO DO ESTRABISMO

O estrabismo é basicamente um desvio de um dos olhos em uma posição incorreta, fazendo com que a pessoa estrábica não consiga alinhar os eixos da visão em um mesmo ponto ao mesmo tempo.

A maioria dos casos começa na infância, porém nada impede que um caso de estrabismo apareça durante a fase adulta. O estrabismo pode também acarretar alguns problemas psicológicos, afetando a autoestima da pessoa com essa patologia oftalmológica, além de prejudicar as relações sociais e afetivas, podendo até ter um impacto na sua vida profissional, visto que as aparências têm uma grande importância na sociedade contemporânea.

Normalmente as pessoas estrábicas não apresentam sintomas de qualquer tipo, porém alguns estrábicos podem apresentar dores de cabeça, cansaço ou dores nos olhos durante as atividades que exigem um determinado grau de esforço da estrutura ocular.

Existem alguns tipos diferentes de estrabismo, entre eles podemos citar:

Esotropia: Quando os olhos convergem para dentro

Exotropia: Quando os olhos são desviados para fora

Desvio vertical: Quando um dos olhos fica posicionado mais acima ou abaixo do outro.

O tratamento pode variar dependendo do tipo e do grau do estrabismo, sendo que alguns necessitam somente do uso de óculos e outros de uma cirurgia específica de correção do estrabismo. Atualmente também pode ser feito um tratamento com toxina botulínica para corrigir o estrabismo.

Para saber qual é o tratamento mais indicado, procure um médico oftalmologista.

Preenchimento facial

A região ao redor dos olhos (periorbital) é desafiadora devido a sua delicada anatomia. Irregularidades de contorno, alterações de cor e nodularidade após injeção, podem ser mais
evidentes na região periocular, do que em outras zonas da face, devido a pele fina desta região e sua anatomia peculiar. O Prof.Dr. Limongi publicou recentemente um artigo científico deste assunto em uma importante e conhecida Revista Americana de Estética, o “Aesthetic Surgery Journal”.

No artigo ele aborda as medidas e cuidados para se evitar complicações durante os
preenchimentos faciais nesta região. O Prof.Dr. ressalta que a área ao redor dos olhos deve ser abordada por profissional qualificado que tenha amplo conhecimento da anatomia desta região. Além disso, os preenchedores (fillers) usados para este procedimento devem ser do tipo temporários como o Restylane, evitando os definitivos, por exemplo o Metacril.

Para maiores informações a respeito do assunto, acesse o artigo publicado pelo Prof.Dr. Limongi no link abaixo:

https://asj.oxfordjournals.org/content/36/2/132

Meu filho lacrimeja muito…. O que será que ele tem?

Se uma criança apresentar quadro de lacrimejamento em um dos olhos ou até mesmo nos dois, provavelmente ela nasceu com algum grau de obstrução do canal da lágrima.
 
A orientação do Prof. Dr. Limongi é procurar um oftalmologista para uma avaliação e caso este suspeite do diagnóstico de obstrução congênita das vias lacrimais, um cirurgião plástico ocular deve ser consultado. O Prof.Dr. já publicou vários artigos científicos sobre este assunto, sendo um deles, em renomada Revista internacional: o “Journal of American Association for Pediatric Ophthalmology and Strabismus” e outro nos Arquivos Brasileiros de Oftalmologia”. Para saber mais clique aqui.
 
Ele ressalta a importância do diagnóstico precoce destes casos pois quanto antes o tratamento, menores as chances da criança necessitar de uma cirurgia com cortes.
 
Para maiores informações a respeito do assunto, acesse os artigos publicados pelo Prof.Dr. Limongi nos links abaixo:
 
Computed tomographic dacryocystography in children undergoing balloon dacryoplasty

Dilatação por cateter-balão (dacrioplastia) para tratamento das obstruções congênitas do ducto lacrimonasal

Plástica dos Olhos em Goiânia

A Plástica dos Olhos, também conhecida como Cirurgia Plástica Ocular, é uma subespecialidade da Oftalmologia que visa rejuvenescer a região das pálpebras, testa e bochechas; e tratar as doenças desta região.

O Cirurgião Plástico Ocular é um médico oftalmologista que teve treitamento adicional de 2 a 3 anos em cirurgia plástica ao redor dos olhos. Nestes locais, existem tanto problemas funcionais (pálpebras caídas, pálpebras viradas para fora, câncer de pele, fraturas orbitais, doença ocular tireoidiana, entre outros) quanto os problemas relacionados à estética (rugas de expressão, excesso de pele, bolsões de gordura, entre outros).

O Dr. Limongi já escreveu vários capítulos de livro sobre esses temas e desenvolveu técnicas que utilizam pequenas incisões invisíveis dentro das pálpebras para elevar as bochechas flácidas ou os supercílios caídos. No procedimento conhecido como o “Lift Palpebral”, muitas vezes feito em conjunto com a cirurgia de blefaroplastia, os tecidos moles da bochecha ( músculo orbicular flácido e gordura) são elevados e reposicionados para sua localização normal, suavizando os vincos e dobras no terço médio da face (“bigode chinês”).

É importante mencionar que todos estes procedimentos são normalmente feitos sob anestesia local com sedação, sem a necessidade de internação.

 

Ptose: causas, sintomas e tratamentos

Ptose palpebral é o termo médico utilizado para a queda da pálpebra superior, seja unilateral ou bilateral. Além de causar desconforto estético, este problema pode dificultar a visão e impedir o desenvolvimento dos olhos, que deixam de ser estimulados.

A Ptose pode ser congênita, quando a criança nasce com a ptose, ou adquirida na fase adulta. Geralmente a ptose adquirida é causada por patologias, como a miastenia grave, a lesão do nervo oculomotor ou a síndrome de Horner.

O aspecto estético é o sintoma inicialmente notado, além disto, o indivíduo com ptose tenta compensá-la com a elevação do queixo, adotando uma postura inadequada. Os pacientes também costumam relatar a dificuldade de visão.

O tratamento da Ptose é realizado através de procedimento cirúrgico. Apenas um médico especializado poderá indicar a melhor técnica e orientar o paciente sobre os benefícios e riscos do tratamento.

Ao apresentar qualquer sintoma, procure um médico especialista. Se desejar, você poderá entrar em contato com o Dr. Roberto Limongi.

Plástica Ocular em Goiânia

A Plástica Ocular é a especialidade da oftalmologia que pode corrigir imperfeições e problemas, congênitos ou adquiridos, na região dos olhos.

Ao contrário do que muitos pensam, a plástica ocular, quando realizada por um especialista, não prejudica a visão, podendo até mesmo melhorar o campo visual do paciente. Costuma-se classificar a plástica ocular em estética e reconstrutiva.

A plástica é ocular é considerada reconstrutiva quando promove melhora na função de algum elemento da região dos olhos. Já no caso da plástica ocular estética, existe melhora apenas na aparência. Os tratamentos promovem o bem-estar e a autoestima do paciente, melhorando a sua qualidade de vida.

Para realizar qualquer tipo de procedimento de plástica ocular, o oftalmologista deve possuir o título de especialista pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia e especialização em plástica ocular em Faculdade credenciada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular.

Vale lembrar que o conhecimento do profissional é essencial para o sucesso do tratamento. Caso tenha interesse, entre em contato com o Dr Roberto Limongi, oftalmologista que atende em Goiânia, por aqui.